Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 08/09/2017
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais de 40% da população adulta do país é sedentária. O dado reflete uma realidade que tem como fatores o ineficiente papel da escola na formação de bons hábitos no crescimento de seus jovens e a rotina causticante nas grandes cidades. Isso contribui para o aumento das doenças de risco, tais quais diabetes, hipertensão e problemas cardíacos.
Primeiramente, é importante destacar a incompetência da escola em ensinar a importância do balanceamento nutricional para os estudantes. Geralmente, as aulas de educação física se resumem em jogos de futebol, vôlei ou basquete. Quando poderiam ser melhor aproveitadas com fundamentos da pirâmide alimentar e o valor da atividade física regular para um modo de vida mais benéfico ao indivíduo.
Similarmente, é preciso atentar para as mudanças em relação à rotina do brasileiro nas grandes cidades. Com o surgimento das novas tecnologias e das atuais relações de trabalho, o dia a dia das pessoas se tornou muito denso de informações e mais controlado pelo relógio, prejudicando, assim, o tempo e o acesso do trabalhador a uma alimentação saudável.
Para mudar esse quadro, portanto, é necessária uma mudança no currículo escolar pela instituições de ensino, tendo a preocupação de demonstrar aos jovens o valor de bons hábitos alimentares e prática esportiva para um crescimento saudável. Também são válidas campanhas promovidas melo Ministério da Saúde, alertando a população da estreita relação entre o sedentarismo e a má nutrição com as doenças de alto risco, bem como medidas para mudar essa situação. Assim, contribui-se para uma sociedade menos sedentária.