Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 08/09/2017

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do capitalismo, recai sobre o homem o compromisso de se conscientizar a respeito de seus benefícios. No século XXI, a preocupação com o surgimento de cada vez mais sedentários tem se tornado um problema, por conseguinte da evolução comunicativa. Como resultado, mais pessoas deixam de fazer atividades físicas, levantando a questão; o que deve ser feito para amenizar a situação?

Em 2013, foi elaborado uma pesquisa com oito mil jovens por pesquisadores da Universidade de Stanford nos Estados Unidos, o experimento tratava-se sobre o que os estudantes preferiam fazer em seus momentos de lazer, a pergunta era sobre ver televisão ou praticar alguma atividade física, e por incrível que pareça mais de 60% dos entrevistados disseram que preferem assistir TV ou ficar em casa.

Contudo, as revoluções industriais nos forneceram ferramentas capazes de combater essas adversidades, com a integração dos esportes à tecnologia, incentivando jovens modernos a se interessarem pelos diversos tipos de artes. No entanto, o descaso de empresas transnacionais que visam, acima de tudo, o lucro. Pois, são produtores de aparelhos telecomunicativos, entre eles; celulares e computares. Dificultando veemente a solução.

Sendo assim, é necessário que os indivíduos assumam, portanto, responsabilidade perante o sedentarismo, uma vez que os avanços tecnológicos são um impasse. Desse modo, o governo em parceria ao Ministério da Justiça, deve elaborar uma Lei que vise abolir empresas que prejudiquem o bem estar social dos cidadãos. Além disso, como disse o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Desse modo, o Ministério da Cultura em parceria ao MEC deve instituir palestras e elaborar programas esportivos nas escolas públicas, construindo futuros jovens propícios a uma vida saudável.