Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 26/06/2022
A Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema juriciário - assegura á todos o direito a saúde. Entretanto, os frequentes casos de sedentarismo no Brasil mostram que essa afirmação não está sendo válida para todos. O motivo de tal problema: omissão do Estado e falta de conhecimento.
Em primeira análise, é óbvio que atualmente os agentes do governo tem uma alta influência em grande parte dos empecílios. Segundo John Locke, o Estado tende a fechar os olhos para certos problemas, e com o aumento do sedentarismo, essa citação fica evidente. Também é nítido que, durante a pandemia o problema ficou ainda pior, visto que muitos trabalhadores passaram a trabalhar em casa e os estudantes, com suas aulas online, impedidos de sair de casa se viram obrigados a perder o tédio com video-games, aumentando a falta de vontade de sair de casa.
Sob uma diferente visão, percebe-se que a tecnologia tem como principal sequela o sedentarismo. Foi ainda na Terceira Revolução Industrial que o desafio se iniciou. Hodiernamente, boa parte das funções básicas de casa, podem ser feitas pela internet, como consequência dessa praticidade, o ser humano passou a ficar preguiçoso, gerando o sedentarismo, que deixa os indivíduos menos imunes a doenças, infelizmente parte da sociedade nem tem consiência disso.
Dessarte, é mister que o Ministério da Saúde quanto autonomia máxima dos aspectos medicinais, promova a ampliação de debates sobre o sedentarismo. Essa ação pode ser feita por meio de palestras, pósios eventos escolares com médicos e especialistas no assunto para auxiliar as discussões. Dessa forma, esse empecílio será minimizado e o Brasil terá cidadãos mais ativos.