Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 02/07/2022

O mito da caverna, alegoria escrita por Platão, explica o processo de evolução de conhecimento. Segundo ele, os seres humanos se encontram prisioneiros de uma caverna, em que estão habituados a terem somente uma ilusão do que veem como se fosse a verdadeira realidade. De maneira análoga ao presente, o sedenta-rismo o grande mal do século pode ser bem representada pelo conceito do filósofo ateniense, visto que esse é um grave problema que vive às sombras da sociedade, em razão da falta de consciência social e ausência de políticas públicas.

Nessa perspectiva, convém enfatizar a falta de consciência social. Nessa lógica, o filósofo alemão Karl Marx escreveu diversas críticas em suas obras sobre a atuação governamental na educação dos cidadãos na sociedade. Em consonância a isso, é possível perceber que as críticas de Marx é representada pela falta de co-nhecimento da população sobre sedentarismo. Tal situação acontece, pois o governo brasileiro não promove consciência social em nenhuma de suas instâncias, como a escola ou meios de comunicação.

Ademais, vale ressaltar a ausência de políticas públicas. Sobre isso, Abraham Lincoln, político norte-americano, disse em um de seus discursos que a política é serva do povo e não ao contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma incon-formidade sobre sedentarismo o mal do século e a atuação do Estado brasileiro, no sentido de que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve o povo com ações, metas e planos que atuem no impasse abordado. Isso acontece, porque o governo não elabora programas que incentivem os indivíduos a pratica-rem atividades físicas.

Logo, o Ministério da Educação, órgão do Poder Executivo federal brasileiro, deve criar campanhas de conscientização em escolas e universidades, possibilitan-do o debate de assuntos silenciados socialmente, por meio de investimentos públi-cos, com a finalidade de promover maior conhecimento para a população. Após essas ações, espera-se que haja uma melhora no que tange à problemática, conforme o filósofo alemão Karl Marx.