Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 27/07/2018

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Com isso, o ideal iluminista nos permite refletir, nos nossos dias, sobre como o sedentarismo representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada no Brasil. Neste sentido, convém analisarmos as principais causas e consequências desse impasse.

Deve-se pontuar, de início, que falta de atividades físicas está entre as causas da problemática. Muitos brasileiros passam várias horas utilizando o computador ou em frente a televisão, além de consumirem exageradamente alimentos industrializados. Um levantamento feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) revela que apenas três em cada dez indivíduos na idade adulta praticam exercícios físicos com regularidade. Portanto é extremamente importante propor soluções para essa situação.

Outro ponto relevante são as consequências do sedentarismo para a população. Doenças como diabetes tipo 2 e  hipertensão arterial são efeitos causados no organismo de um indivíduo sedentário. Segundo Sócrates, se alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença. Dessa forma, é indubitável a busca por uma vida mais saudável dos brasileiros.

Destarte, o Ministério da Saúde, aliado municípios, projetos para evitar o sedentarismo na população, como por exemplo corridas beneficentes que além da prática de exercícios, ajudará pessoas com outros problemas. Ademais o Ministério da Educação (MEC) deve instituir, nas escolas, palestras ministradas por professores de educação física e psicólogos, que discutam sobre o sedentarismo e formas de evitá-lo para orientar e tirar dúvidas dos pais e dos alunos sobre o tema para, então aprenderem  a importância de uma vida saudável. Dessa forma, com os conhecimentos adquiridos, esse impasse diminuirá.