Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 01/08/2022
É definido como sedentarismo, o ato de não perder uma quantidade específica de calorias por semana. Isso não soa muito grave, no entanto, quando observa-se o efeito que essa ação pode gerar no indivíduo, é notório o quanto a vida sedentária pode ser preocupante. Nesse contexto, convém dizer que essa problemática pode ter dado início há séculos atrás, com a Revolução Industrial, e permanece até hoje em função das tecnologias.
No século XVIII, devido ao surgimento das máquinas e indústrias, o homem foi retirado de seu trabalho pesado e braçal, para realizar atividades monótonas e leves a fim de receber salário e morar na cidade. A essa linha de raciocínio, pode-se dizer que daquele ponto de partida, o hábito de trabalho leve, normalmente, sentado em um escritório, contribuiu para o grande número de pessoas sedentárias na vida adulta. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 em cada 4 adultos no mundo não praticam atividade física dentro do volume esperado.
Paralelamente, também é importante encarar essa condição no ponto de vista das crianças e adolescentes. Com o avanço da tecnologia e o comodismo que foi proporcionado, esse grupo da população não vê necessidade em praticar atividades físicas ou, simplesmente, sair de casa, pois têm tudo que precisa ali na palma de sua mão, sem o esforço essencial para acessá-las.
Sendo assim, caminhos devem ser tomados para aniquilar esse mal do século. Logo, o Ministério da Saúde deve, por meio de propagandas e campanhas, alertar o verdadeiro significado do sedentarismo e suas consequências, assim, mais pessoas podem se conscientizar sobre esse grave problema. Além disso, em relação aos jovens, a família deve apresentar meios de controle sob o tempo de internet e tecnologia dos filhos, mostrando que existem outras formas de distração como um exercício físico.