Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 12/09/2017
Na antiguidade, o ser humano não dispunha de máquinas para realizar diversos tipos de trabalho, tendo que executa-los manualmente usando a própria força. Contudo, na idade moderna, o ser humano deixou de realizar ocupações físicas para usar máquinas, um grande avanço. Porém, desobrigou a população de executar atividades físicas o que resultou em diversos problemas.
“Tempo é dinheiro” a frase do sociólogo Max Weber, reflete-se hoje em o quanto o ser humano se ocupa demasiadamente em ganhar dinheiro. Com isso, usa a maior parte do seu tempo disponível para obter capital ou para lazer, na maior parte das vezes nada saudável. Além disto, deixando de lado atividades físicas que são essenciais para o bom funcionamento do organismo humano.
Além disso, deve se incluir o péssimo hábito alimentar de grande parte das pessoas, que muitas vezes trocam refeições nutritivas por comida rápidas o que dificilmente é sadio. Aliado à isso, a falta de exercícios físicos adequados, gera: descontrole da pressão sanguínea, colesterol alto, aumento do peso, alterações hormonais. Tudo isso em conjunto gera problemas mais graves ainda de saúde pública, como AVC, Acidente Vascular Cerebral e Ataque Cardíaco.
Portanto, fica evidente que o sedentarismo é sim o grande mal do século, pois traz consigo diversas complicações para a saúde pública, consumindo grandes quantias de dinheiro no tratamento de doenças graves que poderiam ser resolvidas com uma maior atuação do poder público em torno dessa causa. Por isso, o Ministério do Planejamento em conjunto com o Ministério da Saúde, poderiam lançar um plano nacional contra o sedentarismo, para que a criação de ciclovias e faixas para corredores nas cidades do território nacional, agregado à campanhas publicitárias em rádio, TV e Internet, atraiam a população para realizar atividades físicas em segurança. A Câmara dos Deputados, poderiam através de um projeto de lei, limitar a incidência de impostos em: produtos orgânicos e suplementos nutricinais incentivando o consumo de alimentos saudáveis.