Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 16/09/2017
Do controle remoto aos aplicativos de Delivery, do computador ao maquinário moderno das fábricas, do telefone à internet, a tecnologia vem evoluindo e facilitando o dia a dia da população. Mas essa comodidade acaba refletindo na saúde física e mental dos indivíduos de todas as faixas etárias. A carga horária de trabalho e a estrutura das cidades fazem com que exercícios físicos sejam deixados de lado. Fica necessário, então, analisar as causas e consequências da falta de atividade física e como combater essa situação.
É inegável que as novas tecnologias mudaram a vida da maior parte da população. Observando as crianças da geração atual, vemos muitas horas em frente a televisores, tablets e brinquedos que estimulam apenas o lado intelectual, sendo necessário pouco ou nenhuma atividade física. A falta de exercícios causa, também, a antecipação de doenças que, antigamente, eram mais ligadas à terceira idade, como doenças cardiovasculares, osteoporose e diabetes.
Outro fator muito importante é saúde mental. É comprovado que atividades físicas frequentes aumentam a produtividade, e evitam problemas psicológicos como ansiedade, depressão e dependências. Alem disso, o sobrepeso, uma das principais consequências físicas do sedentarismo, causa efeitos físicos e sociais, como a baixa auto estima e discriminação.
Fica claro, portanto, a necessidade de projetos que estimulem a atividade física e transforme em um hábito para todas as faixas etárias. O Ministério da Educação deve proibir o uso de televisores dentro das salas de aula, estipulando um tempo máximo semanal para uso do aparelho em ambientes específicos para tal. O Ministério do Trabalho, com o apoio do Ministério da Saúde, deve gerir projetos em que se faça obrigatório 30 minutos de atividade física no horário de trabalho, com incentivo fiscal às empresas que aderirem às regras. Dessa forma, então, estaremos criando o hábito do exercício físico em nossa população.