Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 16/09/2017

A revolução agrícola foi um dos elementos que caminhou a humanidade para o sedentarismo, pois essa rompeu o nomadismo formando cidades e assim consolidando o desenvolvimento tecnológico, desde a escrita até a tela do Smartfone, com o propósito de torna a vida mais prática. Na atualidade, a sociedade sofre com os efeitos negativos dessa evolução, tonando o sedentarismo um vilão da modernidade.

Mormente, as crianças são incentivadas ao uso da tecnologia desde cedo, e quando adultas, essas práticas são mais facilmente mantidas. O incentivo à televisão ou o celular é feito, muitas das vezes, pelos próprios pais para manter o filho “quieto”, e essa conjuntura se agrava ao passar dos anos com o jovem se tornando adulto, pois o uso de dispositivos passa de hábito para vício. Por conseguinte, dados mostram que quase metade da população é sedentária, ilustrando o qual necessário é rever esse cenário.

Além disso, ao contrário do que o senso comum alega, não é preciso está adequado a um determinado estereótipo para ser um alvo do vilão da modernidade. A falta de prática esportiva pode levar a doenças, por tantas vezes silenciosas, elas não se mostram necessariamente com o excesso de peso ou com sintomas claros, por isso o exame médico é necessário para um diagnóstico claro e precisa ser feito com certa constância para poder garantir o tratamento adequado.

Faz-se necessária, portanto, a mudança no cenário vigente. O incentivo às brincadeiras práticas na infância deve ser feito em conjunto dos país com as instituições de ensino, por meio de esportes, gincanas ou maratonas. Ademais, a mídia pode ilustrar por meio de propagandas audiovisuais a importância do exercício físico na vida das pessoas. Como também, O Ministério da Saúde precisa desenvolver um projeto para promover diagnósticos de saúde, ressaltando sua importância, por meio de campanhas.