Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 09/09/2022
A partir do pensamento filosófico de Sócrates, é sujeito ético ou moral, aquele que sabe o que faz, conhece as causas e os fins de sua ação e a essência dos valores morais. A par de tal pensamento, é importante observar, relacionado ao sedentarismo na Brasil, qual a relevância desse tema. A partir dessa contestação, cabe analisar quais os motivos da existência de um número tão alto de sedentários, bem como discutir o impacto que esse número carrega consigo.
Nessa conjuntura, é preciso esclarecer que sedentarismo é conhecido como a falta ou a grande diminuição de atividade física. Nesse sentido, 46% dos adultos brasileiros são sedentários, de acordo com o site UOL, um número alarmante que precisa ser mudado. Ainda nesse parâmetro, é evidente que com a terceira revolução industrial tudo ficou mais fácil devido as novas tecnologias, de acordo com o médico Paulo Muzy, ortopedista e traumatologista, a facilidade atual provoca uma menor demanda de esforço físico, consequentemente um aumento exagerado do sedentarismo que precisa ser reduzido.
Outro ponto relevante a ser discutido é os impactos que esse alto índice traz a sociedade. De acordo com o jornal o IBGE, na população atual, cerca de 10% dos brasileiros são diabéticos, 28% são hipertensos e o número de obesos beira o 25%, deixando claro o risco a saúde que o sedentarismo pode provocar. Portanto, torna-se relevante citar Aristóteles, quando afirma que o corpo sucedia integralmente com a alma, enfatizando a importância de uma vida saudável.
A partir desse cenário, comporva-se a relevância do sedentarismo brasileiro. Portanto, cabe ao Governo Federal junto do Ministério de Comunicações que promova o fim do alto número de sedentarismo através da criação de propagnadas e campanhas em prol da realização de exercícios físicos, evidenciando os benefícios que as ativades trazem para a saúde e para o dia a dia. Com essas atitudes, espera-se uma sociedade mais saudável e feliz.