Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 15/09/2017
O filósofo grego Epicuro, no século V a.C, deu início a uma doutrina que pregava a filosofia dos prazeres moderados, o epicurismo. No século XXI, os prazeres moderados estão sendo substituídos pela comodidade. Por consequência, a saúde está sendo deixada de lado e sendo substituída pelo mal do século, o sedentarismo. Nesse ângulo, devem ser analisadas as principais consequências dessa problemática.
É preciso considerar, antes de tudo, que o conforto e a facilidade do mundo contemporâneo contribuem para o sedentarismo. De acordo com, o revolucionário da tecnologia, Steve Jobs, as pessoas não sabem o que querem, até mostrar para elas. Seguindo essa linha de raciocínio, a mídia e as empresas se utilizam disso para criar produtos que aumentam a comodidade. Aplicativos recentes que não precisam levantar para fazer deveres que exigiam o mínimo esforço, aumentando a procrastinação da população. Dessa forma, com o aumento da tecnologia as pessoas se tornam menos ativas, acarretando em uma sociedade com muitos problemas de saúde.
Ademais, convém frisar sobre os riscos do sedentarismo. De acordo com a Organização Mundial Da Saúde (OMS), cerca de 60% da população mundial é sedentária. Por conseguinte, a sociedade sofre de efeitos colaterais, como a diabete, hipertensão, ataques cardíacos, podendo causar até a morte precoce. Sendo assim, com a falta de conhecimento sobre as consequências da ociosidade os números continuam a aumentar, tornando o sedentarismo a doença do século.
Fica evidente, portanto, que a população mundial se tornou mais ociosa, tornando a vida menos ativa. Desse modo, a OMS em parceria com os governos de cada país, devem investir em divulgação sobre os problemas e os riscos de uma vida sedentária; tudo isso através de redes sociais como Facebook e Twitter. O que ocasionará, a curto prazo, uma contração nos problemas de saúde da população. Outrossim, a OMS deve alertar, através de redes sociais, a sociedade sobre os aplicativos e empresas que influenciam a compra e o comodismo. Pois somente assim, iremos retomar o pensamento do Epicuro e buscar os prazeres moderados.