Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 27/09/2022

A sedentarização se iniciou na pré-historia, mais precisamente no período neolítico, na qual o homem dominou a prática agropastoril e, com isso, possibilitou a estadia prolongada em lugares específicos. No contexto hodierno brasileiro, o sedentarismo demasiado é corriqueiro no corpo social, o que deterioriza a saúde fisiológica dos indivíduos. Dessa forma, entende-se que a inércia estatal, bem como a rápida globalização, apresentam-se como entraves para a temática.

A priori, é consentâneo discutir a precariedade da administração pública sob a perspectiva de Abraham Lincoln. A célebre personalidade política americana disse, através do discurso de gettysburg, que a política é serva do povo e não o contrário. À luz dessa lógica, é perceptível que o governo brasileiro não sintetiza a utopia no que tange ao sedentarismo, visto que não democratiza o idôneo acesso à centros poliesportivos e palestras sobre o tema. Desse modo, os cidadãos são incapazes de conhecer as consequências da ociosidade e, assim, aumenta as chances da intensificação de doenças psicofisiológicas, tal como a depressão. A exemplo disso, o rapper e cantor “Kant MC” relatou, através do YouTube, que desencadeou instabilidade psicológica pelo sedentarismo e por não saber os males da temática.

Ademais, a efervescente globalização é um dos agravantes do problema. Consoante ao professor Vinícius lemos, o mundo está menor a mundialização. Em relação ao docente, é notória a vertente maléfica da globalização, uma vez que a aquisição de produtos via internet se tornou fácil de ser realizada, o que fortifica a acédia na sociedade. Assim, a ágil interconexão atual diminui o gasto calórico e, consequentemente, aumenta o acúmulo de lipídeos. A exemplo desse cenário, o programa internacional “Quilos Mortais” mostra, de forma clara, os imbróglios causados pela inércia corporal, sendo a obesidade a problemática predominante.

É evidente, portanto, a necessidade de medidas paliativas para apaziguar a inatividade social. Destarte, o Ministério da Cidadania, órgão que administra os interesses públicos, deve, por meio de investimentos estatais, democratizar centros poliesportivos públicos e criar palestras conteúdistas acerca dos problemas da temática. Logo, essa ação terá o fito de erradicar o sedentarismo. Assim, o ideal político de Abraham Lincon será, de fato, realidade no Brasil.