Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 30/10/2022

O popular filme WALL-E retrata o modo como o sedentarismo atingiu a sociedade, onde pessoas sentadas em frente a telas tem seus desejos atendidos por robôs. Embora ficcional, pode-se estabelecer um paralelo com a realidade global, uma vez que os índices de sedentarismo apenas aumentam. Assim, urge analisar a falta de incentivo a atividades físicas junto ao uso abusivo de aparelhos eletrônicos, como principais responsáveis pelo revés.

Segundo Bosseut, a saúde depende mais das precauções do que dos médicos. Comprovando esse pensamento filosófico, temos dados do IBGE no qual mostra que 46% dos adultos do Brasil são sedentários, evidenciando que é mais simples criar e manter hábitos saudáveis desde pequeno - precavendo o sedentarismo - do que tentar implementá-lo ao passar do anos.

De forma mundial, a OMS relata que mais de 60% da população apresenta a doença. É relevante mencionar que outra causa é o uso incessante de aparelhos eletrônicos, uma vez que os mesmos produzem tiros de dopamina no cérebro, trazendo consigo a preguiça mental e nos fazendo trocar, de forma indireta, o tempo livre com destino a exercícios pelos aparelhos.

Após os fatos apresentados, fica evidente que é de responsabilidade do Ministério da Educação movimentar as escolas para que introduzam na rotina estudantil dos pequenos, lanches mais saudáveis - acompanhado por nutricionista - e o incentivo á práticas esportivas em disciplinas fixas. A mídia também é parte fundamental em alertar as famílias, através de propagandas, para que estas continuem o processo iniciado no âmbito escolar, e assim amenizar os altos índices do sedentarismo.