Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 02/11/2022

“Ninguém respeita Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação”. Na música “Que país é esse?”, da banda Legião Urbana, há uma denúncia acerca dos diversos problemas socias. Na realidade brasileira, isso pode ser observado na medida em que a negligência governamental e o individualismo perpertuam-se como desafios para impedir o sedentarismo, considerado novo mal do século.

Sob essa conjectura, a negligência do Estado deriva da baixa atuação dos setores governamentais no que conerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. De acordo com a filósofa Hanna Aredent, “A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direito”, entretanto, isso não ocorre no Brasil, uma vez que o Estado se mostra omisso. Então, observa-se que as pessoas marginalizadas e consideradas invisivéis sociais não tem acesso sobre os males do sedentarismo e a prática de esportes. Como consequência, um número alarmante de obesidade e problemas cardiovasculares.

Ademais, o individualismo existente em grande parte da sociedade pode ser evidenciado como um problema que impede a erradiação do sendentarismo- problema já considerado o novo mal do século. Nesse sentido, o filósofo Zymunt Bauman em sua tese " Modernidade Liquida", defende que contemporiendade é marcada pela volatividade das relações sociais, a fragmentação dos laçcos afetivos e individualismo. Sob esse viés, ressalta-se que a passividade coletiva, perante o sedentarismo, demonstra a realidade Bauniana. Isso acontece, porque, infelizmente, muitos indivíduos preocupados com o consumismo e suas metas laborais, não praticam exercícios fisícos, não priorizam o lazer e se mantêm ocupados com suas vidas e tarefas. Desse modo, nota-se uma sociedade, cada vez mais, sedentária e, consequentemente, com problemas osséos e indisposição.

Dessarte, medidas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, é preciso que poder executivo crie campanhas de incentivo à pratica de de atividades físicas. Tais campanhas devem ser amplamente divulgadas por meio de vídeos e propagandas nas redes socias. Além disso, MEC deve devolver palestras nas escolas, com vítimas do problema e especialistas no assunto, com obejtivo de trazer lucidez a popolulção. Assim, espera-se a construção de um país melhor.