Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 09/11/2022

A sociedade brasileira, embora seja um exemplo em inúmeros setores sociais, ainda é precária no que tange ao sedentarismo. Sob esse prisma, a alienação e a ineficiência participativa tornaram-se fatores alarmantes - potencializados não só pelo uso excessivo dos celulares, como também pela obesidade, um mal que vem se tornando extremamente comum na vida dos cidadãos brasileiros.

Primeiramente, vale ressaltar o uso excessivo dos aparelhos telefônicos, como impulsionador do impasse, já que ele tem levado as pessoas há perderem o interesse por atividades práticas, como: esportes e momentos de lazer com os amigos e/ou familiares. De acordo com Karl Marx, pensador alemão, os indíviduos devem ser analisados de acordo com o contexto de suas situações sociais, visto que produzem suas existências em grupo a partir da alienação. Nessa ótica, entende-se que a padronização de questões, como o sedentarismo, tornou-se um fato prejudicial e perigoso para a sociedade, em virtude dessa incapacidade de exercer um juízo sólido e, também, por promover a naturalidade do entrave.

Ademais, vê-se que a obesidade também é uma ocorrência atual, dado seu enorme número crescente nos últimos anos, ocasionado pelo sedentarismo. De acordo com a teoria da tábula rasa de John Locke: “o ser humano é como uma tela em branco, preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, constata-se que, ao presenciar a obesidade no país, o indivíduo, inserido em um ambiente que negligencia e não combate a problemática tende a ser influenciado pelo meio, podendo ter sérios riscos de doenças, causadas pela falta de atividades que influenciam e colaboram com o corpo e a mente.

Portanto, é necessário a adoção de medidas para mitigar o sedentarismo no Brasil. Para isso, cabe as pessoas avaliarem seus comportamentos e buscar formas de mudar ele. Isso pode ser feito por meio de atividades físicas, ir a encontros com as pessoas de seu agrado e ter uma alimentação saudável. Paralelamente, cabe ao Estado - responsável pelo bem-estar de seu povo - elaborar campanhas que chamem a atenção de seus cidadãos para os malefícios que esse imbróglio pode causar para suas vidas. Por fim, todos esses recursos são indispensáveis para se alcançar uma cidadania boa e feliz para todos.