Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 28/09/2017

Desde a Revolução Industrial e a alienação trabalhista, o homem tem ficado cada vez mais sedentário. O ritmo da vida contemporânea, no atual Brasil, não é diferente. Esse modo de  vida é prejudicial à saúde da população, e portanto, deve ser combatido quanto antes.

O sedentarismo, ocasionado pela não queima das calorias semanais recomendadas, pode resultar, dependendo do metabolismo do indivíduo, no sobrepeso. Além disso, doenças cardíacas e o comprometimento de órgãos vitais estão em questão.

Nas escolas, o incentivo ao esporte é mínimo ou nulo. Dá-se mais importância às disciplinas que exercitam a mente, enquanto a saúde corporal é ignorada. Com isso, os estudantes habituam-se a não praticarem atividade física, criando-se assim, uma cultura sedentária desde a juventude.

Visto que a ociosidade pode gerar problemas na saúde e qualidade de vida dos brasileiros, medidas são necessárias para resolver tal adversidade. O Ministério da Saúde deve investir em palestras sobre as consequências de uma vida parada, em locais como praças e escolas públicas, a fim de atingir o maior número de pessoas. Deve-se tratar, com panfletos e outdoors, de como o sedentarismo pode desencadear doenças que podem levar até mesmo à morte. Ademais, partindo do princípio de Kant, que “O homem é aquilo que a educação faz dele”, o Ministério da Educação deve reformular a grade curricular das escolas do país, acrescentando a disciplina de Educação Física ao menos duas vezes por semana. Desse modo, haverá um equilíbrio entre mente e corpo, gerando uma maior qualidade de vida para a população brasileira.