Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 29/09/2017

Na pré-história, os seres humanos eram nômades, ou seja, deslocavam-se em busca de alimentos ou para caçar. Entretanto, a partir da revolução agrícola, há dez mil anos, a humanidade passou a adotar o sedentarismo. Nesse ínterim, percebe-se que tal assertivo está relacionado às tendências sociais modernas, sobretudo das novas tecnologias.

Em primeiro lugar, é importante destacar que esse feito é mais habitual nos seres que usufruem das tecnologias de modo a evitar grandes esforços físicos. Com base nisso, percebe-se que as novas gerações nasceram e foram habituadas a lidar com computadores e smartphones e têm maior tendência ao sedentarismo. Segundo pesquisa do Ministério do Esporte, esse pressuposto atinge quase metade da população do Brasil. Ademais, o estudo apontou que 45,9% dos brasileiros não realizaram atividade física em 2013, o que corrobora esse grande mal.

Outrossim, vale salientar as inúmeras consequências oriundas na omissão das atividades físicas: problemas cardíacos, respiratório e, principalmente, o aumento do peso grande fermentador da obesidade. Por consequência, a intolerância social em meio a essa mudança corporal é vigente e, o indivíduo fica exposto para sofrer vicissitudes psicológicas por não se enquadrar nos padrões de beleza impostos pela sociedade. Segundo a filósofa Hannah, “o mal é algo que todos somos capazes”.

Portanto, é necessário que a sociedade utilize essa tecnologia a favor dos seus hábitos socais, a fim de buscar em seus recursos aplicativos que possam auxiliar no monitoramento de atividades físicas. Cabe aos desenvolvedores das plataformas digitais e a mídia divulgarem esses recursos de forma que crie nos usuários a necessidade conhecer suas plataformas e utilizaras diariamente. Por sua vez, o Ministério da Educação e da Saúde deve criar palestras educacionais para conscientizar os jovens, e mostrar a importância de manter-se uma vida ativa, no que se diz respeito à atividades físicas. Só assim, pode-se criar uma sociedade consciente e livre desse mal que permeia o século XXI.