Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 02/06/2023

Compreende-se o sedentarismo como a ausência de uma atividade física e de baixa perda de calorias. Embora, a atividade física tenha surgido na era primitiva, a fim de obter a sobrevivência e o aperfeiçoamento na execução de tarefas, a sociedade tem tratado o sedentarismo com futilidade e ignorado os seus problemas. Com isso, devido a evolução tecnológica e a falta das atividades físicas, as pessoas podem desenvolver doenças cardiovasculares e obesidade.

Segundo os dados da OMS, o sedentarismo está presente em mais de 60% da população mundial. Decerto, isso demonstra que as pessoas não estão tendo um gasto calórico mínimo de 2200 calorias por semana em exercícios físicos. Entretanto, em razão da privação de atividades físicas, as pessoas tendem a ficar cada vez mais inertes, o que provoca a diminuição do gasto de calorias adequado, fazendo com que um indivíduo possa desenvolver obesidade por causa do acúmulo de gordura.

Ademais, outro problema relacionado é o aparecimento de doenças cardiovasculares, visto que a evolução tecnológica sucedeu no século 19 para facilitar o cotidiano, a mesma está sendo mal utilizada. Isso decorre, pois os cidadãos estão mais imersos nas novas tecnologias, fazendo com que permaneçam sedentários e tenham um consumo de calorias acima do ideal. Desse modo, a total inércia mediante do manuseamento das tecnologias exorbitante e a negligência ao consumir os alimentos, os indivíduos podem desencardear doenças cardiovasculares.

Em suma, o sedentarismo é um problema recorrente na sociedade que precisa ser erradicado. Portanto, uma das soluções é o Ministério da Saúde realizar campanhas, por meio de mídias sociais, para explicar sobre o sedentarismo e seus perigos. Além disso, outra resolução é o Ministério da Saúde administrar uma abordagem, mediante a palestras, com o objetivo de explicitar os conceitos do sedentarismo, causas, consequências e como se prevenir. Diante disso, tomando tais medidas, é possível minimizar o sedentarismo na sociedade.