Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 08/10/2017
Diferente das máquinas que se danificam com o uso, o corpo humano se deteriora com a ausência de movimento. É inegável que o sedentarismo afeta, perigosamente, a população de maneira epidêmica, uma vez que o mau uso das facilidades tecnológicas, aliados a uma rotina desempenhada sem o mínimo de esforço físico, necessário para a obtenção da boa saúde, agrava o problema.
Referente ao sedentarismo, é fato que o uso excessivo da tecnologia cria uma dependência que conduz à substituição das atividades físicas, haja vista que tudo se pode fazer sem sair de casa, de trabalho ou estudo ao entretenimento. Essa situação tende a colocar a tecnologia como principal responsável pelo problema, ao passo que contribui para que ele piore.
Além disso, as muitas horas passadas sentado diariamente executando uma atividade que não exige esforço físico, situação comum à estudantes e em diversas profissões, coloca em risco a saúde e a vida de muitos, uma vez que eleva o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares, AVCs, obesidade, arteriosclerose, osteoartrite, entre outras doenças que podem ser letais, sendo todas consequências de uma vida sedentária.
Com isso, é urgente que o poder público junto a mídia e aos Ministérios da Educação e da Saúde, proporcione espaços adequados para a prática de exercícios como quadras, parques e ciclovias, incentive a prática de exercícios físicos, promovendo campanhas nas cidades e palestras nas escolas alertando sob os malefícios do uso excessivo da tecnologia e ausência de atividades físicas. É necessário que na sociedade, cada indivíduo tome para si o dever de cuidar da própria saúde e diminua o tempo dispensado no uso de recursos tecnológicos e passe a uma prática regular de exercícios físicos, seja praticando esportes ou apenas caminhando parte do trajeto de sua casa até a escola ou trabalho. Dessa forma a população poderá combater o sedentarismo alcançando uma melhor qualidade de vida.