Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 17/08/2023

Promulgada pela a Organização das Nações Unidas, em 1948, os Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, há uma parcela da população que não desfruta dessas prerrogativas na prática. Nesse sentido, vale salientar as principais afirmações negativas sobre a escassez de exercícios físicos e uma possível solução para a problemática.

Em primeira análise, é importante ressaltar a negligência do Governo como principal responsável desse problema. Para Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, exista um equilíbrio na sociedade. Conquanto, a realidade é o oposto, o resultado se reflete na atualidade, com as obrigações do cotidiano, excessos de telas, passar muito tempo sentado, desmotivação e a preguiça para executar atividades físicas, essa população é prejudicada.

Outrossim, vale destacar os elevados números de sedentários no país, Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 47% da população brasileira não praticam exercícios físicos. Além disso, com diversos estudos afirmando que a falta de movimentos, como uma simples caminhada de meia hora, três vezes por semana, aumenta os riscos de desenvolver doenças cardíacas, ostoporose e outros problemas, afetando a qualidade de vidas dessas pessoas , nessa situação precária.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para a solidificação de políticas públicas para a construção de um mundo melhor. Dessas forma, o Estado, por meio do Ministério da Saúde, deve investir em academias públicas e em ciclovias, incentivandos as pessoas através das mídias sociais, contratando profissionais de educação física para trabalhar em praças, onde seja possível realizar exercícios aeróbicos, com horários determinados pelo professor, aprimorando o sono e humor dessas pessoas, ficando mais ativas, diminuindo a desigualdade social dessa nação. Em adição, com o intuito de melhorar a qualidade de vida desses cidadãos para quem voltem aos seus estilos de vida saúdaveis. Desse modo, a teoria constitucional da ONU estará mais próxima da prática efetiva.