Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 27/09/2023

Na tirinha “Garfield”, criada em 1978 por Jim Davis, o personagem principal é caracterizado por sua preguiça e por estar sempre assistindo televisão, postura de um sedentário. Infelizmente, esses atos são comuns no século atual, influenciando a saúde da população brasileira, tais ações foram intensificadas após a pandemia da covid-19. Dessa maneira, é necessário ações das mídias e da sociedade para alertarem-se sobre esse grande mal que o sedentarismo pode trazer.

Primeiramente, é importante analisar o quanto as redes sociais estão ocupando maior parte do tempo dos brasileiros, que preferem olhar atividades relaciona-

das a tecnologia, em vés de ir praticar algum esporte. Segundo dados de um levantamento da empresa NordVPN, os internautas passam mais de 41 anos na Internet, o que equivale a 54% do tempo de vida médio da população. Com base nisso, é notório o quanto essa falta de atividades gera consequências na saúde, como problemas na circulação, na respiração e na postura. Dessa maneira, é inegável o vício gerado pela mídia, no qual influencia no sedentarismo.

Outro aspecto a analisar, é a falta de conscientização da sociedade quanto ao grande mal que o sedentarismo pode levar, principalmente no século XX, a era da tecnologia. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais sedentário da América Latina e ocupa a quinta posição no ranking mundial. Isso torna visível a desinformação que a população brasileira tem sobre uma das maiores causas dos problemas de saúde. Assim, torna-se necessário medidas familiares, para alterar essa realidade.

Portanto, é preciso superar esse grande mal que é o sedentarismo. Para isso, é dever das mídias, no exercício de seu papel social, alertar o tempo de uso , por meio de alarmes e proibições, a fim de não permitir o uso excessivo da tela. Além disso, a família deve alertar seus filhos sobre os perigos à saúde pelo tempo gasto sem praticar atividades que promovam o bem-estar. Com essas ações, esse mal do século poderá diminuir suas consequências na sociedade brasileira, e o país deixe essas posições ruins junto a OMS.