Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 01/11/2017
As atividades físicas possuem função importante na vida dos indivíduos em geral. No entanto, vê-se que, segundo o Ministério do Esporte, 45,9% da população, encontra-se sedentária. Nesse contexto, deve-se analisar como a distância entre saber e fazer, além da escassez do tempo, relacionam-se com o problema exposto.
Mormente, observa-se que o contingente de informações sobre as consequências da obsolência corporal é presenciado em grande quantidade, entretanto, a sociedade negligencia mudanças em seus hábitos. Isso se deve à grande quantidade de indivíduos estagnados, no qual, denotam para o resto da comunidade que o sedentarismo não é um imbróglio considerável. O cenário, conjuga-se com a teoria do fato social, proposta por Émile Duckheim, haja vista que prevalece uma maneira coletiva de agir e pensar. Consequentemente, os problemas cardíacos corporificam-se, ameaçando a vida plácida dos cidadãos brasileiros.
Outrossim, vale ressaltar que a conjuntura é corroborada pela ínfima disponibilidade de tempo. Isso acontece por que, segundo afirma Zygmunt Bauman na obra ‘Modernidade Líquida’, o âmbito contemporâneo carrega uma fluidez temporal, no qual, é destinado para todos o trabalho compulsório, sem intervalos expressivos, impossibilitando a execução de atividades físicas. Por conseguinte, a capacidade de criação dos funcionários é limitada, afetando o desempenho pessoal e coletivo dentro do campo laboral.
Torna-se necessário, portanto, medidas eficazes para a suplantação da problemática. Primordialmente, o Ministério do Esporte em parceiras com as prefeituras, devem criar academias ao ar livre, proporcionado mobilidade do corpo de maneira gratuita, alcançando a diminuição do sedentarismo. Ademais, cabe ao Ministério do Trabalho em associações com empresas públicas e privadas, a constituição de um intervalo específico para a prática da ginástica laboral, no qual, potencializará a produção, beneficiando tanto a empresa quanto o seu empregado.