Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 31/10/2017

Após a Globalização, o sedentarismo tornou-se um problema social crescente no Brasil, já que segundo o Ministério  da Saúde ela cresceu cerca de 60%  no país nos últimos dez anos, o que pode ser considerada uma epidemia. Isso deve ser enfrentado, uma vez que ela desencadeia outras problemáticas. Nesse sentido, 2 aspectos fazem-se relevante a má alimentação  e o sedentarismo.

Assim a vida sedentária, pode trazer muitos riscos a saúde tais como: a falta de tempo, correria do dia a dia e o desinteresse  a esse problema. Alguns hábitos simples podem ajudar as pessoas a começar a movimentar tais como: trocar  o elevador pelas escadas em pequenos lances, descer do ônibus um ponto antes do habitual para andar um pouco mais até o seu destino e caminhar após o almoço.

Tudo isso pode ser causa de várias doenças, como, por exemplo, a diabetes mellitus, a obesidade, o aumento do colesterol, o infarto do miocárdio, além de dificultar a recuperação de muitas outras. Além disso, o sedentarismo pode acelerar o envelhecimento e, direta ou indiretamente, pode mesmo ser causa de morte súbita.

Por outro lado, as atividades físicas ajudam a controlar o peso corporal e a diminuir a pressão sanguínea, reduzem o risco de desenvolver a hipertensão arterial, diminuem o risco de desenvolver doenças cardíacas e a diabetes, ajudam a manter saudáveis os ossos, músculos e articulações e a prevenir e diminuir a obesidade.  No governo Obama liderou uma campanha contra o sedentarismo infantil, essa epidemia que sobrecarregam os hospitais e as depesas do país com a sáude.

As ações afirmativas do estado que visam ajudar  a população. ABESU(Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Sindrome Metabólica), ARAN(Negócio Social no Combate a Obesidade) que visam preencher as lacunas deixadas pelo estado. O governo e ajuda governamentais com as instituições públicas e privadas, que podem contribuir bastante para achar alternativas de uma saúde melhor para as pessoas. Adiconalmente, Ministério da Saúde que aumentaa disponiblização de recursos financeiros.Além disso, a mídia que deveria enfatizar mais essa problemática. As instituições com incentivos fiscal investir em academias ao lar e estimular    a população a se movimentar.