Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 03/08/2024
O homem, em busca de melhorias, transformou-se, por diversas vezes, para adptar-se ao meio que estava. Assim, com as evoluções que conquistou, sua vida foi se tornando mais confortável, deixando a prática nômade para se alocar em alguma região e sedentarizar-se. No entanto, após vários séculos, o sedentarismo tornou-se o maior problema social relativo a saúde pública, uma vez que tráz terriveis consequências para a sociedade.
Primeiramente, deve-se entender que o sedentarismo está ligado diretamente ao estilo capitalista de ascenção, o qual exige das pessoas rotinas extensas de trabalho e estudo. Desse modo, é comum que a sociedade priorize outras atividades em detrimento da própria saúde, o que se verifica pelo aumento do peso, surgimento de doenças como o diabétes e aumento da hipertensão - segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Assim sendo, as pessoas estão adoencendo, ao passo que priorizam suas carreiras e abandonam cuidados básicos da saúde como a prática de esportes ou quaisquer atividades físicas.
Outrossim, vale ressaltar o carater social da problemática. De acordo com o sociólogo Durkheim, somos produtos do meio em que vivemos, moldados pelos fatores externos que nos cercam. Desse modo, os dados divulgados pelo site uol são passiveis de entendimento. Segundoa matéria divulgada, a maioria dos casos de sedentárismo, em adultos, atinge as mulheres. Tal fato se dá pelo preconceito que existe sob a prática de exercício físico para a mulher, sobretudo àquela que cuida do lar. Portanto, devido a uma visão machista de que somente o homem tem direito ao lazer esportivo, como partidas de futebol entre amigos, também a ideia errônea de que mulheres que frequentam academias são vulgares, as donas do lar se veem sob esse espectro limitador que o preconceito produz.
Por isso, a fim de melhorar a saúde pública, o governo federal deve promulgar, junto ao Poder Legislativo, uma lei que institua momentos de atividade física na jornada de trabalho dos brasileiros, incentivando as empresas ao destinar parte dos impostos que estas pagam à criação de espaços interativos de atividades no ambiente de trabalho, para que o sedentárismo chege ao fim.