Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 23/03/2018
Estudos constataram que o homem da Pré-História gozava da longevidade e saúde em decorrência de sua rotina de constantes atividades físicas como: a caça, pesca e formas de lazer saudáveis. Com o advento da Revolução Industrial e o avanço tecnológico, contudo, observou-se um aumento preocupante no nível de sedentarismo da população brasileira em geral. Considerado o câncer que afeta o século XXI, esse problema tem chamado atenção devido ao aumento de doenças fisiológicas e psicológicas, também como, à redução da longevidade dos indivíduos .
Embora o Sistema Único de Saúde tenha promovido campanhas em prol da realização de atividades físicas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, a prática sedentária é persiste. Pesquisas apontam que nove em cada dez brasileiros abandonam as atividades física antes dos 34 anos, desenvolvendo diversas doenças fisiológicas como: obesidade, hipertensão, diabetes, epidemias, infarto, reduzindo assim, a longevidade.
Além disso, o nível de distúrbios relacionados à autoestima devido a comportamentos sedentários são desencadeados, gradativamente, em se tratando de obesidade. Como fato contribuinte, vale lembrar, que o padrão estético implantado pela mídia é considerado uma preocupação constante da sociedade afetando-lhes a saúde emocional. Psicólogos afirmam que os índices de autoestima baixa, depressão, anorexia e bulimia são preocupantes na faixa-etária da adolescência e juventude.
Diante dos argumentos supracitados, faz-se necessário uma intervenção efetiva do Governo do Estado nessa causa. Através da construção de academias e ciclovias a céu aberto em praças e praias, tornará acessível e atraente à população a prática de atividades físicas. Como também, investir na capacitação de profissionais na área de Nitrição e Educação Física para orientarem a população, através de palestras, a forma mais correta de alimentação e atividades cotidianas necessárias para uma boa qualidade de vida. Resultando, consequentemente em uma redução de gastos com medicamentos para combater doenças advindas da sedentariedade.