Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 25/03/2018
O sedentarismo, entre outros fatores leva o indivíduo ao sobrepeso e eventualmente à obesidade, duas condições físicas que acarretam inúmeras doenças cardiovasculares, hormonais e psicológicas.Logo,este torna-se o grande mal do século e somado a má alimentação passa a ser o foco das comunidades médicas e organizações de saúde.Mas afinal, o que tem levado ao aumento desse estilo de vida e como e afeta a sociedade em geral?
Primeiramente é importante ressaltar que a condição de sedentário não faz referência a quantidade e a intensidade das atividades físicas que uma pessoa realiza. É possível ser considerado ativo - oposto de sedentário - sem praticar esportes regularmente, apenas é necessário queimar uma determinada quantidade de calorias diárias, meta que pode ser alcançada com caminhadas, utilização de escadas e outras atividade corriqueiras. No entanto com a tecnologia e a revolução que o trabalho sofreu nos últimos anos, atividade manuais se tornaram cada vez mais raras, de modo que se restringem a utilização de computadores, celulares, maquinas e automóveis, os quais demandam de pouco esforço físico e consequente perda calórica baixa.
Outro ponto importante é a dificuldade que principalmente a população economicamente ativa tem em se exercitar. Com uma jornada de trabalho de 8 horas diárias, um trânsito na maior parte das vezes vagaroso e falho e com a tarefas domesticas, não a tempo para caminhar ou frequentar uma academia. Somando essa dificuldade à diminuição gradativa do esforço nas atividades diárias, a queima calórica da população se torna insignificante perto do consumo, contribuindo para o surgimento de doenças cardiovasculares, da obesidade e do sobrepeso.
Logo, é possível concluir que o sedentarismo é fruto do contexto social atual, uma somatória do conforto em função da tecnologia com o modo de vida nas cidades.Para que o número de sedentários reduza é necessária uma campanha de conscientização sobre a importância de implantar academias nos espaços de trabalho, por parte do Ministério do Trabalho em conjunto com o Ministério da Saúde, de modo que o trabalhadores possam exercitar-se durante o expediente.Dessa forma os níveis de sedentarismo cairão, assim como as doenças que ele acarreta e consequentemente a quantidade de licenças por motivo de doença, aumentando o rendimento.