Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 04/05/2020
Os avanços sociais, marcados por mudanças tecnológicas, quebra de ilusões e pensamentos, que possibilitaram que o ser viva socialmente e democraticamente, elevaram a sociedade. Mas não podemos negar os retrocessos, visto que pensamentos, como preconceito, distinção e desigualdade ainda predominam na sociedade, alavancando algumas pessoas, classes sociais e ferindo o termo de igualdade.
A estratificação da sociedade sempre foi intensa, desde a antiguidade, quando ideias religiosas dominavam e elevavam alguns indivíduos, quando ter terras, dinheiro e afins eram motivos para um indivíduo ser mais relevante que outro, até hoje, quando muitas vezes percebemos que esses pensamentos ainda predominam, através dessas constantes divisões, a sociedade se apegou ao fato de que há pessoas melhores que outras, dando espaço para preconceito e desigualdade, buscando sempre o destaque e a exclusividade, a partir disso, divisões de espaço e acesso foram criadas, espaços como camarotes, primeira e segunda classe e outras divisões, que alegam conforto quando na verdade só estão usando de forma sutil a divisão de classes.
É importante entender que a desigualdade nos tira da vida comum, elevando a prepotência de achar que cor de pele, onde a pessoa reside, e o que ela tem acesso qualifica alguém como melhor ou pior, indo contra tudo o que foi conquistado a partir da luta de muitos, que buscam por direitos, deveres e tratamentos mais igualitários.
É necessário que políticas públicas sejam aplicadas a fim de evitar a divisão de espaços, permitindo o acesso à todas as classes e diminuindo a desigualdade, sem contar na participação de pais e educadores ensinando os princípios sociais e igualitários já na infância, e por fim aplicando punições em tudo que vá contrário aos termos de igualdade defendidos pela constituição.