Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 16/05/2020
Na atualidade, o acelerado crescimento dos centros urbanos aumenta a distância social entre as pessoas que tentam acompanhar esse desenvolvimento, são fatores, como a educação, raça, poder aquisitivo e até mesmo nacionalidade. Nesse sentido, observa-se a falta de manutenção por parte do grupo social e do Estado.
Em primeiro lugar, as cidades possuem locais estratégicos onde desenvolve sua economia, e por conseguinte, com a ajuda do Estado, desenvolve uma infra estrutura que banque os moradores e frequentadores desse setor de crescimento em destaque, como saneamento básico, melhores ônibus, segurança, e mais. Desarte, os cidadãos buscam essas localidades com a finalidade de ascendência econômica e social, porém acabam nas margens dessa cidade. Desse modo, é possível observar nas metrópoles o contraste entre grandes prédios e as periferias logo ao lado. Desta forma, os indivíduos menos afortunados tonam-se subordinados à uma segregação social.
Ademais, segundo a Constituição Federal, todos são iguais perante a lei, no entanto, quando grupos sociais economicamente mais ricos praticam a autosegregação, se isolando em condomínios de luxo ou bares requintados, corroboram para evidenciar ainda mais a desigualdade e diferenças entre classes.
Portando, é necessário medidas para amenizar a segregação social, começando pela base, a educação. Dessa maneira o Ministério da Educação deve construir um sistema de educação de qualidade, que permita que todos os cidadãos tenham acesso a disciplina de qualidade. Isto é, que faça com que todos apreciem compartilhar o mesmo tipo de educação. Somente assim é possível construir uma sociedade mais justa e igualitária.