Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 14/05/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU em 1948, garante a todos os indivíduos o bem-estar social e a igualdade. Ademais, assegura o direito a saúde, a educação, a segurança, ao transporte e ao lazer. Entretanto, a segregação de classes sociais torna inviável que toda a população possa desfrutar de tais direitos na prática.
A exemplo disto, temos a elite presente em massa nas universidades e nas profissões mais bem remuneradas e com maior status, além de possuir planos privados de saúde, segurança e educação. Em paralelo, os indivíduos que possuem escassez de bens materiais encontram-se a merce de várias mazelas sociais. E tal realidade é tão discrepante pela falta de programas públicos de inclusão e de qualidade nos já existentes.
Na Constituição brasileira a erradicação da pobreza, da marginalização e das desigualdades se fazem presentes, porém isso ainda está longe de se tornar real na nossa sociedade. A existência da divisão social entre ricos e pobres é facilmente detectada no cotidiano, enquanto uma pequena parte desfruta dos melhores serviços, os menos favorecidos lutam pela sua sobrevivência.
Portanto, medidas são necessárias para a resolução do impasse. Através do governo a melhoria e eficacia dos programas públicos devem ocorrer com fiscalização. Outra proposta é a disponibilidade de cursos profissionalizantes gratuitos para a comunidade, em especial a quem possui poucos recursos financeiros. Dessa forma, o Brasil poderia superar a segregação das classes sociais e todos os indivíduos seriam iguais.