Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 12/05/2020

Com os diferentes poderes que já redigiram o Brasil, houve também diferentes tipos de relações humanas na sociedade. Nas épocas em que o país viveu um império, já se tinha a ideia de que tinha diferenças entre as pessoas, assim como, no período da segunda guerra mundial, na Alemanha, a presença de indivíduo superior ou abaixo dos padrões era forte. O estado atual do país, que era para estar em uma democracia, representa o contrário: uns querendo ser melhores que os outros, muitas vezes diminuindo a pessoa por seus princípios (principalmente nas redes sociais), e também a sede por poder e fome por dinheiro vem crescendo em constante força no território nacional.

A ideia de Freud de que o homem deixa seus interesses de lado ao entrar em uma massa pode ser falhar no séc XXI, justamente devido ao povo estar se tornando cada vez mais individualista e egocêntrico, aumentando a separação do corpo social brasileiro, podendo-se comparar ao modelo norte americano, onde se é nítido uma divisão entre pessoas. Max Weber disse que a divisão de classes se dá  a partir do agrupamento de indivíduos que apresentam características similares, como por exemplo: negros, brancos, católicos, protestantes, homem, mulher, pobres, ricos, etc… e essa teoria, ou fato, vem ganhando ênfase na comunidade mundial.

Ricos estão ficando cada vez mais ricos, pobres cada vez mais pobres, e os demais grupos que possuem voz, tais como: movimento LGBT, feministas, negros…, estão criando rivalidade entre si, finalizando a união que antes ali habitava, contribuindo para aumentar a rivalidade entre humanos.

Portando, o estado deve agir criando campanhas sobre a democracia ser para todos, e que não há diferença de sujeito para sujeito, tornando o país mais unido novamente; além do mais, é necessário a união do governo com as classes sociais altas, para que possam fornecer mais educação para todos, melhorando em harmonia as condições de quem mais necessita.