Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 15/05/2020

O Brasil tem em sua história traços fortes de desigualdade social, diferenças em marcas, lugares, modo de agir, entre tantos fatores do meio social e profissional. Enquanto inúmeras pessoas passavam por dificuldades, até mesmo fome, outro com soberba, viviam uma vida de luxo.

Ainda hoje essa é a realidade do país, quando há eventos pode-se ver uma distinção em locais e suas vendas, respectivamente, onde existem os locais chamados de camarote, com um valor bem significativo, como os chamados pista, já com o valor mais acessível, o que torna um determinado público participar e escolher onde deseja ficar. Há uma diferença clara entre classes, onde enxerga-se a favela, onde moram os mais afetados pela desigualdade, e os condomínios de luxo. Salas “vips” em cinemas, lojas que diferem pela classe social que se enquadra o cliente, como ocorrido com uma blogueira brasileira chamada Nathaly (blogueira de baixa renda) que ao entrar numa loja “MAC” não foi bem atendida por não está de acordo com o padrão de clientes da loja.

A pouca valorização de determinadas profissões e a supervalorização de outras, não havendo um meio termo, causa uma grande desigualdade social. No Brasil, cerca de 1% da população tem certa de 27% da renda do país, enquanto em outra pesquisa no IBGE aponta que 30% da população não tem acesso a internet.

Uma realidade que anseia por mudança, a diminuição de salário de cargos políticos, convertendo esse dinheiro em investimentos na saúde e educação. Um projeto de lei para a diminuição da diferença de valores ,lugares e produtos que gera uma distinção de classes ser levado a Câmara, no qual seja proibido valores exorbitantes entre eles. Havendo também uma melhor distribuição de renda, elevando salários de trabalhadores não valorizados e a diminuição de salários e benefícios políticos. Cabe ao Ministério da Cidadania tornar o necessário para se viver um direito e não somente o direito a sobreviver.