Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 13/05/2020

O filósofo contemporâneo “Foucault” explicava como sua negação o impactou e o apedrejamento verbal que sofreu após negar-se a seguir o tradicional caminho da família. Foucault era de uma família de médicos, mas corrompeu a tradição ao graduar-se em história, filosofia e psicologia, de acordo com o filósofo, não há nada mais decepcionante para uma elite do que ver o aparelhamento social acontecer em baixo do seu nariz.

A ideia de segregação não pertence só a atualidade, esse pensamento começou com o século XX, assim que despertou na elite o desejo de distinção pela classe e o poder aquisitivo, e as primeiras atitudes foram tomadas nos lugares mais frequentados com o intuito de lazer como os estádios, teatros e até carnavais. O principal problema era essa aproximação entre pessoas com alta e baixa classe social então nada mais eficaz que isolar ambas [camarotização] paralelo a isso, o retrocesso com a democratização e a igualdade social.

Já dizia o Músico Mc Menor MR “Ninguém é melhor que ninguém, humildade sempre”, essa frase apresenta sim alguns defeitos, mas seu propósito é simples e eficaz, destruir essa barreira entre as classes socias e o ego das pessoas que se autodenominam superiores pelo seu poder aquisitivo. Essa segregação poderia ser combatida com mais facilidade se já incorporado as primeiras etapas do aprendizado e reforçado pela mídia tonando assim a população una e igual em questões econômicas e talvez culturais, um povo inteiro cobiçando a harmonia e a riqueza do conhecimento e não só do bolso assim, não seria nenhum espanto para uma família de médicos se um dos integrantes optasse por ser professor, ambas profissões deveriam ser iguais perante a visão de todos.