Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 15/05/2020
No Brasil, a desigualdade social é um dos principais problemas do século XXI. Pobre e ricos não estão sendo tratados como iguais, causando o preconceito. Tal situação não é recente, isto acontece desde a chegada dos Portugueses no país, contudo, enxerga-se a necessidade de uma mudança. Faz-se necessário, portanto, uma reorganização civil para gerar o bem-estar coletivo.
Com as revoluções industriais houve um aumento do êxodo rural, entretanto, as cidades não estavam preparadas para receber tal índice populacional, dando início as periferias, dessa forma, a segregação social ficou notória. Pode-se comparar esta situação com o Apartheid, regime segregacionista ocorrido na África do Sul, pois, neste regime, brancos e negros não conviviam juntos, eles habitavam em diferentes locais. Da mesma forma acontece no Brasil, não somente entre brancos e negros, mas, entre pobres e ricos.
O processo de valorização urbana necessita da instalação de equipamentos que ficam concentrados em locais onde vivem pessoas de alta renda. Essas melhorias acabam não sendo estendidos até as zonas periféricas de baixa renda, ocasionando um população com baixa escolaridade, saúde e qualidade de vida. Esta pratica de segregação social vai de encontro com o atual Estado de Direito Brasileiro, em que a sociedade pratica atos que estão fora dos valores pré estabelecidos na consciência coletiva. Em suma, a segregação social é um entrave no desenvolvimento social do Brasil.
Portanto, cabe ao Governo Federal, através do Ministério do Desenvolvimento, expandir as obras de saneamento e energia para as áreas periféricas, construindo também postos de saúde, e, garantindo, via incentivo fiscal, que centros de comércio possam ser instalado nessas áreas, para que assim o Brasil possa ser um país governado por todos e para todos.