Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 15/05/2020
Na Grécia antiga, a sociedade era divida em pessoas livres (aquelas que possuiam terras) e pessoas não livres (que não possuiam terra), o que ocasionou a segunda diáspora grega. Não obstante da atualidade, no Brasil, a sociedade é divida entre pobres e ricos, e aqueles que não possuem moradia (terra) tem que se deslocar para lugares inapropriados para morar como as favelas.
Após a revolução industrial, a sociedade foi dividida entre duas classes socias, segundo Karl Marx, a burguesia que possui os meios de produção e o proletariado que vende a sua mão de obra. Desta forma, fica evidente a existencia de uma divisão de classes e esta divisão é baseada na renda dos indivíduos e a realidade de haver uma distribuição de renda extremamente desigual. Segundo o G1, os 10% mais ricos do Brasil concentram 41,9% da renda total, evidenciando a desigualdade preocupante do país.
A camarotizção de áreas de lazer, reforça o estigma de segregação. Primeiro, quem mora em periferias não tem espaços de entreterimente ao seu redor como museus ou teatros.Logo quando essa população consegue frequentar esses espaços, são separas por ambientes exclusivos. Essa separação é ovida pelo desejodas classes médias e altas de mostrarem que nao fazem parte da parcela pobre da populção, que tem status e presença em camarotes para evidenciar isso.
Portanto, a separação por camarotes prejudica o cenário social do país e faz com que a segregação social aumente cada vez mais, pois, segundo o geógrafo Milton Santos, “uma sociedade alienada enxerga o que separa, e não o que une seus membros”. A segregação a cada ano que passa se torna mais evidente e desprezivel, os aeroportos tem salas vips, os estádios, os aviões e as baladas, se a camarotização não for repensada até supermercados terao partes “vip”. A segregação na grécia antiga ocorreu no século IX a.c e em pleno século XXI, a segregação ainda ocorre e cada vez pior.