Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 16/05/2020
Atualmente, o Brasil se encontra na sétima posição no ranking de países mais desiguais do mundo, como afirma o estudo de desenvolvimento humano, realizado pelas Nações Unidas. Desse modo, a desigualdade propícia terreno para a exclusão social e a camarotização, isto é, a separação das classes sociais em todos os espectros da sociedade, devido a questões financeiras. Além disso, a segregação social resulta em discrepância, no que diz respeito ao acesso a saúde e educação de boa qualidade.
Segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e estatística 26.7% da população brasileira possui baixa renda, isto é, o indivíduo não consegue acesso a educação e saúde de qualidade, devido a sua condição financeira. Tal-qualmente, a falta de acesso a planos básicos de qualidade, fomenta no aumento da criminalidade, na qual o indivíduo acaba busca uma maneira de ascender economicamente.
Outrossim, a segregação das classes sociais torna-se visível em grandes eventos da sociedade como a Copa do Mundo e Shows, na qual indivíduos de baixa renda, são impossibilitados de parcitiparem, devido a residirem em zonas periféricas e afastadas. Além disso, a divisão das classes sociais alavanca na formação de novas favelas e cortiços, gerando cada vez mais a exclusão social.
Portanto, é necessário que o Governo Federal invista na criação de programas sociais como a renda básica universal, a fim de auxiliar indivíduos de baixa renda, fomentando na igualdade de acesso a eventos e planos básicos de qualidade. É dever do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde a criação de eventos sociais e palestras de incentivo em zonas periféricas, visando a integração dos indivíduos de baixa renda, dessa forma, expandindo o acesso a planos básicos.