Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 16/05/2020

A série “Chaves” apresenta uma criança, crescendo em meio à pobreza, acompanhando o cotidiano de crianças que vivem realidades paralelas à sua. Apesar de se tratar de uma história fictícia, o enredo traz uma realidade presente no Brasil; a desigualdade social. Logo, é interessante ressaltar como a educação desigual, atrelada à falta de oportunidades no mercado de trabalho, auxiliam na segregação de classes sociais no Brasil.

A priori, segundo Aristótelis; “Todo homem anseia o saber”. Baseada nessa concepção, todos os cidadãos deveriam ter acesso à educação de qualidade, todavia, é fato que, no Brasil, esse conceito está longe de ser aplicado. Isso porque, profissionais da educação pública não recebem um salário justo, resultando em um ensino defeituoso. Ou seja, impedindo jovens carentes de evoluirem academicamente. Fato que separa a favela da zona rica.

A posteriori, é notório que o Brasil deixa a desejar quando a questão é empregabilidade dos mais pobres. Guiado pelo Capitalismo, o país exige cursos e experiências que não puderam ser adquiridos por seus cidadãos, visto que tem uma massa densa de pessoas na pobreza. Portanto, é notório a competição desleal vivida por pobres no país.

Em suma, é visível como a segregação social atrapalha uma nação. Logo, o MEC pode oferecer cursos em escolas públicas, de informática e controle financeiro, a fim de gerar mais conhecimento ao aluno, tornando-o apto ao mercado de trabalho. Ademais, a Câmara dos Deputados deve aprovar projetos, que visem aumentar as verbas destinada à educação, com o intuito de melhorar o ensino público. Ações que podem tornar o país mais igualitário.