Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 21/09/2021

Durante a colonização portuguesa, no início do XVI, a sociedade brasileira era extremamente desigual, tal que havia a separação entre europeus, africanos e índios. Mesmo com o fim do período colonial e a chegada da democracia, ainda é possível observar uma segregação entre diferentes classes sociais, por fatores históricos e territoriais ou pelo gerenciamento de serviços públicos pelo governo.

Em primeiro lugar, é importante destacar o processo de periferização dos mais pobres. Um exemplo claro da discrepância da habitação de diferentes classes é a criação das favelas. Estas são resultados de uma desigualdade social, no qual os mais rios ocuparam os centros urbanos enquanto os menos favorecidos foram obrigados a procurar abrigo nos morros. O que priva-os do acesso a alguns lugares, gerando a elitização de determinados bairros.

Além disso, o gerenciamento dos serviços públicos por pate do governo contribui para a segregação, uma vez que não disponibilizam da forma correta recursos básico, como saúde e educação. Dessa forma, há um “abismo” entre os mais favorecidos, que podem procurar um sistema privado para conseguir um atendimento adequado, e os menos privilegiados que dependem da assistência pública, muitas vezes precária.

Portanto, o Poder Executivo deve dar recursos financeiros às empresas, para que possam instalar-se em locais mais afastados do centro urbano, visando o fácil acesso dos moradores. Ademais ,o Governo Federal deve destinar uma maior quantidade de verba para o Ministério da Educação  e para o Ministério da Saúde, a fim de promover melhorias na infraestrutura das escolas e dos hospitais, e para contração de mais professores e médicos qualificados, com o intuito de aumentar a qualidade do serviço público, para que as pessoas não precisem recorrer ao setor privado como forma de distinção social.