Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 21/09/2021
A vinda da corte portuguesa ao Brasil, no limiar do século XIX trouxe um novo estilo de vida repleto de requintes e de luxo.Não obstante, apenas eles próprios e aqueles detentores de títulos tinham acesso à sofisticação.A partir desse panorama, a sociedade brasileira , já bastante atormentada pelas mazelas da escravidão, viu-se novamente segregada entre classes sociais.Dessa maneira, infere-se que a separação de estamentos gera distinções em uma sociedade como a brasileira, essencialmente mestiça.
De início, é importante ressaltar que segundo Karl Marx, a sociedade é condicionada pelo seu modo de produção.Desse modo, no capitalismo, as relações são postas entre a classe dominante e a dominada.Tal perspectiva, no entanto, revela uma crescente noção de diferenciação em detrimento da premissa de igualdade, essa vital à democracia.Nesse sentido, irrompe a desigualdade socioeconômica, a qual é um problema crônico ao Brasil.
Ainda é válido pontuar, à medida que a desigualdade corrói espaços ocupados, majoritariamente pela população de baixa renda, o isolacionismo dos mais ricos em ambientes exclusivos ascende.Como consequência, essa realidade propicia o desenvolvimento de discrepâncias entre os espaços urbanos. camarotização ‘’, ou seja, a necessária física entre classes sociais, é encontrada no ensino brasileiro.As escolas as quais têm boa qualidade de ensino geral - como privadas - ficam predominantes àqueles que possuem condições para as escolas.em contrapartida, as escolas públicas por não terem tal vantagem, não possuem muitos alunos ricos.
Logo, ao Governo Federal cabe compor os mecanismos que atenuem os contrastes sociais. A educação e alguns mecanismos, pois ela e unificada e dá oportunidade a todos. A partir disso, a população aprenderá a conviver uma vida comum sem distinções.Afinal, o Brasil é uma nação miscigenada, portanto, está em sua essência conviver com as diferenças.