Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 20/10/2022

Ao que se refere à segregação das classes sociais no Brasil, pode-se observar a divisão categórica social, a qual proporciona um país desarmônico. Isso se evidencia não somente pelo estímulo a preconceitos referentes às classes minoritárias, como também pelo desacordo aos direitos humanos.

A princípio, é importante destacar que a separação social influencia o preconceito à população de baixa renda, uma vez que divide os meios de convívio e os privilégios. Sob esse viés, Victor Hugo, romancista francês, defende que “o progresso roda constantemente sobre duas engrenagens. Faz andar uma coisa esmagando sempre alguém.” À vista disso, é indubitável que a categorização da sociedade menospreza os desprivilegiados, desprovidos da elitização. Logo, a exaltação das diferenças sociais colabora com a rejeição das diferentes camadas do país.

Além disso, está em discordância aos direitos humanos intitulados aos brasileiros, acarretando na desordem do país. Isso posto, o artigo 113 da Constituição Federal declara que “todos são iguais perante a lei. Não haverá privilégios, nem distinções, por motivo de […] classe social […]”. Desse modo, a justiça não permite com que haja distorção de privilégios e direitos, garantindo plena harmonia coletiva. Assim, a marginalização das classes resulta em uma comunidade injusta e desestruturada.

Fica evidente, portanto, a divisão categórica social, a qual proporciona um país desarmônico. Nesse sentido, é necessário que o governo estruture uma sociedade harmônica, através do cumprimento fiel às declarações da Constituição Federal e pelo investimento nas instituições públicas. Para que assim, todo cidadão usufrua de institutos públicos de qualidade, independente da classe social.