Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 21/10/2022
No Brasil, a desigualdade social é um dos grandes problemas do século XXI. A desigualdade entre ricos e pobres gera preconceito. Esta situação não é recente, acontece desde que os portugueses chegaram ao país, no entanto, é necessário fazer uma mudança. Portanto, a reorganização cívica é necessária para gerar o bem-estar coletivo.
Com a Revolução Industrial, o êxodo rural aumentou, porém, as cidades não estavam preparadas para aceitar tal índice populacional, o que levou ao surgimento de áreas circunvizinhas. Desta forma, o distanciamento social é notório. Pessoas com determinadas condições financeiras vivem e/ou vivem em diferentes regiões. Essa situação pode ser comparada ao sistema de apartheid que aconteceu na África do Sul, onde brancos e negros não moravam juntos, viviam em lugares diferentes. A mesma coisa aconteceu no Brasil, não só entre brancos e negros, mas também entre pobres e ricos.
Dessa forma, a diferenciação de classes cria preconceitos e gradualmente torna a sociedade arrogante. Os indivíduos não querem conviver uns com os outros, porém, entre as pessoas, aprende-se a respeitar. Além disso, na década de 1960, membros de diferentes classes sociais frequentavam as mesmas escolas e trocavam experiências nesses ambientes, o que lhes permitia respeitar as diferenças.
Portanto, a reforma da estrutura social é crucial, e o movimento político é um começo. Pode começar na escola e envolver atividades lúdicas para diferentes classes sociais. Além disso, divulgação de vídeos de sensibilização gravados por entidades públicas em meios digitais. Além disso, o governo pode ajudar a desenvolver cursos periféricos, ajudar a criar cursos (culinária, artesanato, manicure) para que eles possam progredir na sociedade.