Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 02/07/2024

Primeiramente, a segregação é algo comum do dia a dia. Atualmente, o convívio das pessoas no cotidiano precisa lidar com uma importante questão: a segregação econômico-social da sociedade e com isso, o processo de segregação está presente desde o início da colonização.

“O som ao redor” é um filme recifense que mostra uma realidade social segregativa que, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, atinge mais de 68% da população do país. Essa descriminalização com a população mais pobre está exposta tal qual foi com o Apartheid na África do Sul, em que lojas e condomínios são feitos para as classes mais ricas, chegando até a expulsar quem aparenta ser de camadas mais baixas. Além disso, não há uma democratização dos espaços urbanos. Em regiões ditas como nobres, as áreas de lazer, como parques e praças, são mais protegidas, melhores em estrutura, e mais seguras que nos outros lugares. Essa falha do Governo é separatista e errônea, além de infringir os direitos sociais dos cidadãos, protegidos pela Constituição brasileira.

De acordo, com dados divulgados pela Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o salário mínimo nominal em agosto de 2017 era de R$ 937,00 reais enquanto o salário mínimo necessário estava em R$ 3744,83 reais. Estes dados refletem o fator da desigualdade de renda que gera a segregação social, pois este valor é insuficiente para que as pessoas tenham acesso a alimentação, moradia, saúde, educação, higiene, transporte e lazer de forma efetiva E segundo outro dado do DIEESE, 74.8% dos brasileiros tem uma renda menor que o salário mínimo necessário.

Entretanto para resolver os problemas citados acima devemos junto com o Governo Federal deve destinar uma maior quantidade de recursos para o MEC e para o Ministério da Saúde, com o fito de promover melhorias na infraestrutura das escolas e dos hospitais,e para contração de mais professores e médicos,com o intuito de tornar o serviço público de qualidade,para que as pessoas não precisem recorrer ao setor privado como forma de distinção social. Outrossim,e facilita a ascensão social por parte dos indivíduos menos favorecidos e diminuindo a desigualdade existente na sociedade.