Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 28/06/2024
De acordo com a Constituição Federal de 1988, Art. 6º, são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados. Nessa perspectiva, o Brasil é um país com uma grande taxa de desigualdade, sendo possível observar em lugares públicos, na internet, um preconceito e desdém sendo direcionados as pessoas de classes inferiores.
Ademais, o conceito de segregação social é à separação ou divisão de indivíduos ou grupos dentro de uma sociedade com base em várias características, como raça, etnia, status socioeconômico, religião, gênero ou outros fatores. É fato que, durante toda a história, a maioria sempre superou a minoria, entretanto, atualmente no Brasil a população de classe baixa e média supera em quantidade, a população de classe alta.
Nesse contexto, é possível classificar o Brasil atual como um país elitista, sendo esse termo, um sistema político que prioriza a elite, uma minoria que exerce poder e prestígio sobre um grupo social. A exclusão e marginalização das classes mais baixas de meios públicos, políticos e culturais é inadmissível, pois, de acordo com a Constituição Federal de 1988, Art. 5º, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.
Em suma, a fim de mitigar as consequências da segregação de classes no Brasil, e garantir a todos os direitos previstos na Constituição, cabe ao Governo Federal em conjunto com o Ministério da Educação a criação de programas sociais com o objetivo de integrar jovens e crianças nos meios culturais e políticos, de forma a acabar com o preconceito de classes e esclarecer o direito de todos, a uma participação ativa na sociedade.