Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 02/07/2024

Em 2019, o fotógrafo brasileiro Tuca Viera fotografa a região de Paraisópolis e Morumbi no Estado de São Paulo, enquanto o primeiro é um bairro favelizado o outro é um bairro com a presença de prédios de luxo. Hodiernamente, fica evidente através dessa fotografia a separação de ambiente, demostrando a presente situação do país, que é a desigualdade social. Sobre esse viés, observa-se a segregação socioespacial como o principal fator que acarreta a desigualdade social presente no país.

Diante desse cenário, pensa-se no termo de secregação socioespacial a qual se fundamenta no conceito de separação socioeconômica das populações, visto na questão habitacional. Isso é notável quando tem uma comunidade carente próxima de um condomínio de luxo. A luz do dito pelo fotógrafo que “É muito triste constatar a atualidade dessa fotografia e saber que daqui a 15 anos ela vai continuar atual […]”.

Dessa forma, esta segregação tem com uma de suas causas a ausência de políticas públicas nas áreas de habitação, emprego e renda. As quais impactam os cidadãos de maneira direta, isso pois causa a dificuldade de acesso aos serviços públicos pela população carente e o aumento da violência e da vulnerabilidade social nas áreas urbanas.

Portando, cabe ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome implementar políticas públicas distributivas que visem melhorar o setor habitacional de pessoas que vivem em condições de moradias precárias, por meio de políticas habitacionais, com o intuito de fornecer uma melhoria no ambiente onde moram, além de promover o acesso à moradia de qualidade. A fim de combater a precariedade habitacional a qual muitos brasileiros se encontram atualmente.