Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 02/07/2024

Na música “Favela Vive 5”, dos cantores Mc Hariel e ADL, possui a citação do Zé do Caroço, personagem da sambista Leci Brandão, o qual, durante a ditadura militar, instalou um sistema de comunicação em sua casa e passara a informar sobre as notícias em sua comunidade, porém, fora censurado após a esposa de um militar realizar um B.O, pois ficara insatisfeita com esse sistema. Essa repressão fora o primeiro passo para que a segregação de classes menos favorecidas em relação as com maior influência ocorresse, tendo em vista que, houve o favorecimento da desigualdade em ambientes fundamentais para a sobrevivência humana.

Primeiramente, é importante ressaltar que a nação verde-amarela possui histórico baseada na desvalorização da população de baixa renda e no lucro da classe burguesa com esse acontecimento, como, por exemplo, ocorrera na modernização dos centros urbanos sociais das cidades brasileiras, no final do século XIX, a qual seria interessante à elite do período a retirada das pessoas desfavorecidas dos centros, para que ocorresse a permanência apenas dos elementos nobres, ocultando a parte da sociedade que necessita de educação e saúde básica.

Todavia, atualmente, esse isolamento social está evoluindo com o tempo, e está explicito, como no fato de um voo de clase econômica ser menos vantajoso e confortável com relação da classe executiva ou, também, no fato da educação ser classificada não por sua qualidade de ensino, porém, por seu fator econômico, além de se julgada por preconceitos e estereótipos, como ocorrera em uma escola pública situada em um bairro nobre no Estado de São Paulo, onde aconteceram ataques racistas contra professores da instituição.

Portanto, cabe ao Governo Federal e Ministério do Desenvolvimento Social que realizem projetos que visem o desenvolvimento da população com renda baixa, tendo foco no desempenho do equilíbrio dos sistemas de transportes, segurança e saúde, e, juntamente com o Ministério da Educação, executem ações de melhorias da educação e dos profissionais desta área, em regiões periféricas, porque, assim, será possível a realização de um futuro igualitário.