Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 30/06/2024
A obra ‘‘Utopia’’, do inglês Thomas More, retrata uma sociedade perfeita, na qual a população padroniza-se pela ausência de conflitos. Entretanto, hodiernamente, o país está longe de viver uma comunidade sublime, uma vez que a segregação das classes sociais no Brasil, mantém-se como imbróglio nesse cenário de iniquidade. Esse panorama plangente ocorre não só em razão da negligência do governo, mas também devido à desigualdade social. Tais fatos refletem uma realidade preocupante ao país.
É relevante abordar, primeiramente, que a negligência do governo contribui para essa entrave. Nesse sentido, é importante ressaltar a fala do filósofo inglês Locko, ao dizer que o Estado é responsável pelo bem está coletivo. No entanto, verifica-se a não materialização do afirmado pelo escritor, no fato de que o poder público não assume a responsabilidade de assegurar a igualdade entre os cidadãos, no qual ocasionam bastantes empecilhos no círculo social. Desse modo, é necessária uma reformulação da postura estatal.
Outrossim, a desigualdade social corrobora um cenário problemático. Seguindo tal lógica, o livro “Capitães da Areia” retrata a história de pessoas baixa renda que são obrigadas a viver na marginalização. Todavia, o manuscrito vai de encontro ao contexto vigente, pois observa-se atualmente, os impasses democráticos devido a não igualdade de todos os indivíduos. Logo, decisões precisam ser tomadas.
Evidencia-se, portanto, que tais mazelas prejudicam a população. Dessa forma, cabe ao governo federal, em parceria com o Ministério da Cidade, desenvolver leis mais rígidas e projetos sociais, com finalidade de assegurar os princípios da democracia, a qual não sustenta a igualdade de classes. Tais providências aplicam-se por intermédio de políticas públicas a fim de aumentar estruturas publicas para distintas classes sociais. Somente assim é formado um país que represente a nação.