Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 30/06/2024
No panorama atual, para haver a convivência das pessoas no cotidiano, é preciso lidar com uma questão primordial: A segregação econômico-social da sociedade. Não é incomum, por exemplo, encontrar condomínios fechados com empreendimentos exclusivos aos moradores, o que acarreta a perda de contatos com outras classes sociais e, com o tempo, podem se alienar. É de suma importância o contato direto com a sociedade para compartilharem uma vida comum e respeitosa mediante as diferenças.
De antemão, a segregação é bastante comum no dia a dia. Quando colocados em eventos de shows, peças de teatro, jogos esportivos, lhe apresentam uma série de opções de camarotes e áreas VIP, compostas por diversos atrativos extras com intuito principal de dividir a classe privilegiada dos “comuns”. E com esse distanciamento cria-se o preconceito e o mutuo desrespeito entre endinheirados e aqueles de menor classe social.
Outrossim, o processo de segregação se mantém presente desde épocas coloniais, onde, por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro entrou em processo expansionista do centro para a Zona Sul, comumente conhecida como Zona da elite, e a Zona Norte, Zona das classes médias. Essa fragmentação sócio-espacial carrega consigo a ideia de posição de distinção e superioridade, obtendo agravantes como o degradamento de serviços públicos, como transporte, educação e saúde, obtendo a necessidade da criação de novas empresas privadas que realizem os serviços.
Por conseguinte, é de extrema relevância que a mídia promova eventos que hajam uma alta interação entre as classes sociais, como, por exemplo, o Rock in Rio. O órgão da prefeitura deve investir mais nos serviços públicos, com o intuito de reestruturar e melhorar a utilização por quem precisa. Em síntese, devem implementar essas ações, melhorando o convívio entre as classes sociais e diminuindo a exclusão econômica.