Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 24/10/2025
A agenda ONU de sustentabilidade visa ofertar a garantia do bem-estar e desenvolvimento social a partir de metas que promovam nas Nações Unidas, dentre essas, destacam-se a saúde, incluindo a mental. Todavia, na atualidade, devido às altas cobranças impostas pela sociedade juntamente aos vínculos afetivos prejudicados, a agenda torna-se cada vez mais distante de ser concretizada, visto que esses problemas são um dos principais precursores dos casos de suicídios.
A princípio, vale mencionar a obra cinematográfica “Por lugares incríveis”, em que a protagonista pensa, frequentemente, em suicidar-se após o falecimento da irmã. Fora das telas, sabe-se do adoecimento gradativo de diversos indivíduos ao enfrentarem problemas não só pessoais, mas também relacionados ao ambiente de trabalho, visto que o ensino tem cobrado, cada vez mais, habilidades acadêmicas árduas, afetando, paulatinamente, a saúde física e mental da população.
Além disso, no livro “Tarde demais”, da escritora Collen Hoover, é retratada como a violência doméstica resultou no suicídio da personagem principal. Nessa perspectiva, percebe-se a importância de uma criação educativa e respeitosa desde a infância, visto que influenciará numa vida saudável. Entretanto, uma vez que uma criança é abandonada ou até mesmo cresce em um ambiente infame, as chances dos casos de suicídio aumentam, uma vez que afeta o estado emocional.
Em síntese, nota-se a relevância em relação à prática do suicídio. Então, a fim de rezudir esses casos, o Estado deve agir na criação de campanhas publicitárias, as quais, por meio de recursos midiáticos, serão divulgadas a toda população, além do atendimento gratuito de terapias, sendo direito de todos ter acesso às consultas. Logo, não somente o haveria o aumento da esperança e perspectiva de futuro, mas também a prevenção a perda de vidas e o cumprimento da agenda.