Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 16/09/2024
Os desafios ao suicídio no Brasil passa pela a melhoria no Sistema Único de Saúde. A prevenção e o diagnóstico tem que ser uma prioridade na saúde básica. Assim, é fundamental que o serviço de saúde tenha profissionais capacitados e que o governo invista também na conscientização nas escolas e na sociedade.
Preliminarmente, a saúde pública no Brasil sofre com filas, demoras no atendimento e serviços que não são eficientes para uma saúde primária adequada voltada para a saúde mental. De acordo com o Ministério da Saúde, os investimentos são feitos, mas os Estados e Municípios têm a prerrogativa de aplicar os recursos no que mais é imediato à população da sua região. Com isso, é preciso voltar às atenções para a capacitação de profissional no que diz respeito ao suicídio de pessoas no Brasil.
Em seguida, o Estado tem que aplicar na sociedade e nas escolas políticas públicas como roda de conversas e seminários orientando o público em geral a adquirir o autoconhecimento e preservação mental e ao não suicídio. Segundo o Conselho Federal de Medicina, o suicídio no Brasil Cresce devido a vários fatores, e entre eles está a falta de atenção médica, profissionais preparados, informação sobre essa doença e não saber investir esforços nessa áreas carente da presença do Estado. Dessa maneira, torna-se necessário que o governo esteja atento a essa questão da doença mental e invista no que mais é preciso.
Logo, os desafios ao suicídio no Brasil é o governo se dedicar no atendimento para casos graves e na prevenção com informações e conscientizando a população por meio da mídia em geral, e na saúde básica com agentes de saúde, a fim de que esta seja assistida por profissionais que favoreça a população a buscar ajuda, tratamento e quebre esse estigma de procurar amparo, pois a saúde mental precisa de cuidados para se manter vivo.