Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 16/09/2024
O preconceito e a opressão ainda fazem parte da sociedade. Com o avanço da tecnologia era de se esperar que o ser humano progredisse para melhor em comunidade, mas a divulgação de más ideias ainda são exercidas. Com esse saber, pessoas sensíveis que não se encaixam em perversas etiquetas sociais, sofrem por falta de conhecimento e independência intelectual, podendo chegar a cometer suicídio. A campanha Setembro Amarelo é necessária pois pode ajudar a sociedade a conscientizar-se por meio de ajudar o próximo e pelo conhecimento propagado.
Haja vista que a situação na qual um possível suicida se encontra é de ser levada a sério. Segundo dados do noticiário G1, tabus usados como deboche ainda estão configurados no inconsciente coletivo. Esse padrão de comportamento continua isolando os enfermos, promovendo a segregação social de quem mais precisa se inserir. Dessa forma o debate sobre a sanidade é deixado de lado, excluindo a necessidade da evolução mental. Essas ações dentro da campanha Setembro Amarelo devem ser ressaltadas, retratando os erros sociais.
Ademais, o indivíduo que se encontra nessa situação desesperadora, roga por conhecimento. Na música Ismália do cantor Emicida, é retratada uma cena de delírio pré ato suicida. Nela uma moça tenta abraçar o mar e a lua ao se jogar de um prédio na capital. A única maneira de melhorar os pensamentos, é pela leitura e conhecimento. Porém, um enfermo se encontra em um estado de desânimo, procastinando muitas vezes a sua melhora. Pessoas com esse tipo de doença devem estar em contato direto com livros e boas informações, fazendo progredir a sua necessidade de melhora.
Em suma, a campanha Setembro Amarelo deve ser mais ampla e valorizada. Espaços públicos coordenados pelo Estado, voltados a criação de reuniões e união dos que lutam pela melhora da saúde mental, devem ser criados e divulgados. O suicídio é uma dor para muitos, e deve ser amparada por quem tem disposição. Pois os caminhos para evolução social não foram construídos por um só cidadão.