Setembro Amarelo: desafios para a conscientização social quanto à prevenção ao suicídio no Brasil
Enviada em 27/09/2024
Em 1948, a Organização das Nações Unidas promulgou uma das leis mais relevantes da história recente: a Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo conteúdo garante direito à vida. Todavia, os desafios para a concientização social quanto à prevenção do suicídio impedem que a sociedade vivencie o direito a assegurado pela ONU. Posto isso, cabe apontar a educação ineficiente e a cultura como principais desafios para a superação desse entrave.
Diante desse cenário, é importante resaltar que a débil ação do poder público possui íntima relação com revés, uma vez que se motra negligente, para além da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com a própria Constituição que afirma que todo cidadão brasileiro tem direito a uma educação de qualidade. Porém, lamentavelmente, na prática, a população não faz o gozo desse direito, visto que educação é mais do que ensinar a ler e escrever, é formar cidadãoes com compreeção de mundo, e a educação se motra falha nesse papel, devido a falta de ênfase em concientizar a sociedade quanto a prevenção do suícido. Assim, tal educação deficiênte tem como conseguência ser um grande desafio para que ajá a superação do cenário de suicídios no país, ja que a população desinformada não se mobiliza para mudar essa realidade.
Ademais, também é válido apontar a cultura como outro desafio para a concientização social. Segundo Ortega Y Gasset - expoente filósofo do século XX- “Cultura é o sistema de ideias vivas presentes em cada época”. Em paralelo ao pensamento do filósofo, na atualidade, vive a cultura da indiferença social, tendo em vista que a população não demostra empatia pelo próximo, quanto à pessoas que demostram pensamentos suicidas, por conta da mentalidade de que é frescura. Dessa forma, como efeito desse ideal, pautado na ignorância, a prevenção do suícidio se torna mais difícil, sem o apoio das pessoas próximas as vítimas.
Portanto, faz se nescessário a intervenção sobre o problema. Isso posto, cabe ao Governo Federal- responsável por adiministrar o povo e os interesses públicos- promover campanhas, por meio da mídia e das escolas, com a finalidade de conciêntizar a população e superar a indiferença social mostrando como ajudar uma pessoa com pensamento suícida, dando apoio e orientando a buscar ajuda proficonal. Dessa maneira, o Estado enfim será coerente com constituição e com direito assegurado pela ONU.